O eixo da Faria Lima consolida-se como o endereço corporativo mais disputado de São Paulo. Nos últimos meses, cresceu a procura por lajes menores, entre 250 e 800 metros quadrados, voltadas a gestoras, family offices e empresas de alto valor agregado.
Segundo levantamento do setor, a taxa de ocupação dos edifícios-butique da região passou de 95%, com fila de espera para locação e valores recordes por metro quadrado.
“O mercado quer exclusividade e serviços sob medida. Prédios menores, bem localizados e bem operados, viraram ativos raros”, afirma Marina Alves, diretora da incorporadora fictícia Vértice.
Estoque enxuto
A escassez de terrenos no quadrilátero da Faria Lima limita novos lançamentos e pressiona os preços para cima. A tendência, avaliam especialistas, deve se manter ao longo do próximo ano.
Para investidores, o segmento corporativo-butique segue como uma das apostas mais sólidas do mercado imobiliário paulistano.
